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Conhecida na história corriqueira brasileira como “A louca”,  D. Maria I nasceu a 17 de dezembro de 1734 no Paço da Ribeira, em Lisboa, e faleceu no Rio de Janeiro em 20 de março de 1816, mas será que “a louca” pode expressar tudo o que realmente foi esta mulher? Muitos a chamam de “a piedosa”.
 
Dona Maria I foi a primeira rainha de Portugal e Algarves, seu reinado ocorreu entre os anos 1777 e 1815, foi também Rainha do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves a partir do final de 1815 até sua morte. Sucedeu ao trono após a morte de seu pai, D. José I, que não tendo filhos homens, proporcionou que a coroa fosse destinada a uma mulher.
 
Foi a filha mais velha do rei D. José I e sua esposa a infanta Mariana Vitória da Espanha, seu nome completo era Maria Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana de Bragança.
Em 1755, houve o terremoto seguido de maremoto e inúmeros incêndios em Lisboa que destruíram a cidade. Esta catástrofe foi decisiva para uma série de ações e mudanças não apenas físicas, mas também políticas, sociais e econômicas que ocorreram em Portugal desde então.
 
O rei D. José viu-se obrigado a reconstruir quase toda Lisboa. Durante a reconstrução, uma figura política ascendeu ao lado do rei, foi Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, figura controversa da história portuguesa.
 
Muito católica, Dona Maria vivenciou a expulsão dos jesuítas de Portugal e das colônias portuguesas e a perseguição de adversários políticos capitaneados pelo Marquês de Pombal com o consentimento de seu pai.
 
Com a ascensão de D. Maria ao trono em 1770, o Marques de Pombal perde seu poder político e é iniciada uma fase em Portugal chamada a viradeira. Há relatos que nos primeiros anos de seu reinado, Portugal experimentou um período de prosperidade e de desenvolvimento cultural. No seu reinado foi erguida também a casa pia, uma casa para cuidado de crianças e jovens.
 
Afeita a melancolia, a perda do filho mais velho, do marido e os horrores da Revolução Francesa (1789) contribuíram imensamente para que sua saúde mental se agravasse.
 
A partir de  1792, após uma junta de médicos atestar que sua saúde mental não era compatível com a de uma  governante,  seu filho João atuou como regente do reino em seu nome.
 

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