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Influência Jovem -
O chamado ao arrependimento necessário dentro da igreja hoje é, na verdade, o chamado ao que mais precisamos: amor verdadeiro. A falta de amor verdadeiro na igreja está preenchendo os cultos, ministérios e lares com dois extremos – tolerância e legalismo.

O engano da tolerância é que ela pode se parecer muito com amor. Usamos a Bíblia para definir o amor como paciente, bondoso, nunca orgulhoso ou rude, e que não procura seus próprios interesses, junto com outros atributos encontrados em 1 Coríntios 13. Entretanto, o amor do mundo também pode possuir muitas dessas características. 

O que separa o amor cristão do amor mundano é que o amor cristão obedece os mandamentos de Deus. "Nós sabemos", escreve o apóstolo do amor, "que amamos os filhos de Deus quando amamos a Deus e obedecemos aos seus mandamentos" (1 João 5:12).

Isso significa que, se sou paciente, não sou rude, nem ciumento e não me vanglorio, mas estou traindo a minha esposa ou se tolero a imoralidade sexual, eu não estou andando no amor de Deus. 

O amor verdadeiro é marcado pela verdade e amor, em igual medida. A verdade, sem o amor, nos conduz pela estrada da letra da lei, e a letra mata – legalismo. E, infelizmente, as pessoas reagem ao legalismo pendendo ao outro extremo, evitando correções e advertências bíblicas, as quais são cruciais para a saúde e construção da igreja. 

Sejamos francos: vemos o ato de chamar homens e mulheres ao arrependimento como falta de compaixão, ternura, bondade e amor. Entretanto, pense comigo: se vejo um cego andando em direção a um penhasco para a morte certa, o amor exige que eu o chame a mudar de rumo!

Em nossa sociedade, e para muitos na igreja, esse amor genuíno, que exige arrependimento, é percebido como preconceituoso e odioso. Esta fortaleza surgiu porque muitos estão considerando apenas sua vida na terra, e não a eternidade. 

Quando lembramos que essa vida é menos que um piscar de olhos à luz da eternidade, vivemos de forma diferente. Devemos ver a vida em um contexto eterno para compreender o amor verdadeiro. 

Este é o amor que a igreja precisa – amor eterno, amor verdadeiro – amor que confrontará o pecado e chamará ao arrependimento, mas, também, um amor que é paciente, bondoso e gentil.

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